Tá calma, a loucura ainda não me dominou... antes que apareça alguém com uma camisa de força do Inter (Internacional de Porto Alegre, time rival do meu), vou explicar que é uma analogia às rédeas da minha vida =P
**alerta vermelho: post bagunçado!!**
Vou dizer uma coisa pra vocês... é clichê mas é verdade... mas nada como o tempo... aliás, passar o feriadão, de sexta antes do meio-dia, até terça pela manhã sem botar o pé para fora de casa, pode ser bem recompensador... vi vários filmes, tirei o atraso (do sono!!!), terminei de ler a "Saga Crepúsculo"!! Até estudei!! Ah, e como pude esquecer: aprendi a fazer bolo de caneca no microondas!!! Ficou bem bom!! Não saiu por cima, mas murchou depois hehehe Eu vou fazer, em breve, um post sobre as minhas receitas maravilhosas!! =))
*Sobre a "Saga Crepúsculo", adorei os livros... sim, eu tenho um pouquinho de vergonha hehehe É literatura "adolescente", mas é bem divertido... e os livros "transbordam" amor... e fiquem tranquilos, no último _pequeno e inofensivo spoiler_ eles tiram o atraso hahahaha
Voltando "às rédeas", a gente deixa acontecer, faz o necessário e espera os resultados... e não é que funciona?? Semana que vem as coisas voltam ao normal, vou poder viver e respirar normalmente, contando com meu salário no banco no final do mês... não é muito, mas é meu e eu preciso dele pra ser feliz... =) Nunca imaginei que ia ser tão penoso ficar um mês em casa, longe do hospital, e quem diria, da comida do hospital!!! Da sopa de moranga que eu amooo!! hehehe
O dia foi cheio, tô mto cansada, preciso dormir...
Fiz uma frase filosófica, em homenagem a outros acontecimentos do dia de hoje:
"Nunca negue uma chance a alguém. Se acha que ela não merece, pode ser a chance dela mostrar que não merece mesmo."
Depois que passa o choque de mais uma decepção, dá raiva e vontade de ligar pra dizer tudo na cara, mas se segure que tudo passa... nem mais uma ruga... afinal, embora nem todo mundo perceba, você não saiu de uma lixeira... e quem trata os outros como qualquer coisa.. bom, deixa assim...
E, por fim... a música que eu vim cantarolando alegremente, pelas ruas do bairro que eu pretendo morar quando for "gente grande"... depois de sair da casa da minha amiga, algumas noites atrás, pós-festa, economizando a grana do ônibus, a pé até o centro de Porto Alegre...
"Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer
Que é uma pena
Mas você não vale a pena"
Não Vale a Pena
Maria Rita
Composição: J. E P. Garfunkel
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